
Há 15 anos, quando iniciou sua trajetória na gestão de custos de engenharia e no planejamento de obras, a Construpower Engenharia já carregava uma convicção que se tornaria o eixo de seu crescimento: engenharia de excelência não se mede apenas por prazo e orçamento, mas também pela capacidade de preservar, recuperar e devolver às pessoas aquilo que elas reconhecem como parte de sua história.
Hoje, com mais de 500 profissionais e a maior carteira de restauro de patrimônio histórico do Brasil, a companhia transformou essa convicção em uma posição de liderança nacional.
O acervo técnico construído ao longo desse período é um dos principais ativos da empresa. Restaurar um bem tombado exige um conjunto de competências que não se improvisa: leitura histórica da edificação, domínio de técnicas construtivas originais, diálogo permanente com órgãos de preservação, como o IPHAN e institutos estaduais, além do rigor de engenharia necessário para intervir em estruturas centenárias sem descaracterizá-las.
“Cada obra de restauro é um projeto de engenharia e um projeto de pesquisa ao mesmo tempo. Não existe manual pronto. O que difere o nosso trabalho é o método, a equipe qualificada e o respeito pela edificação. Nossa maior conquista nesses 15 anos não foi o volume de contratos, foi formar um time capaz de resolver problemas que quase ninguém no país sabe resolver.”
Projetos que marcaram o ciclo

O último ciclo consolidou entregas de alta complexidade e forte relevância histórica e cultural.
A Construpower concluiu o restauro do Prédio Verde, sede do IEPHA-MG, em Belo Horizonte, em uma intervenção que devolveu plena funcionalidade a um edifício que abriga justamente o órgão responsável pela preservação do patrimônio cultural de Minas Gerais.
No Amapá, a empresa entregou a segunda e mais importante fase do restauro da Fortaleza de São José de Macapá, um dos mais importantes conjuntos arquitetônicos coloniais do Brasil e principal marco cultural e turístico do estado. A etapa envolveu alguns dos desafios técnicos mais delicados do conjunto e representa um dos trabalhos mais significativos já realizados pela companhia.
Em São Paulo, tiveram início as obras do Museu Municipal de São Caetano do Sul, projeto que combina restauro, requalificação e adequação do edifício a novos usos.
No Rio de Janeiro, a Construpower também avança no restauro do Parque Lage, um dos endereços históricos e culturais mais emblemáticos da cidade.
“O Parque Lage e a Fortaleza de Macapá são obras que pertencem ao imaginário do brasileiro. Quando você entrega um espaço desses, você não entrega um canteiro. Você devolve um lugar de encontro, de escola, de turismo, de identidade. É isso que move nossa equipe todos os dias.”
Expansão para novos mercados

Restaurar não é reconstruir. É devolver a um edifício sua dignidade original ao mesmo tempo em que se adiciona o que a cidade precisa para o futuro. Esse equilíbrio entre preservação e modernização é o coração do projeto conduzido pela Construpower.
Entre as frentes de maior relevância técnica da obra estão a restauração dos elementos artísticos da fachada, que recuperam a identidade visual do edifício, e a implantação de novas estruturas de acessibilidade e funcionalidade, como elevador e plataforma. A intervenção contempla ainda a recuperação de pisos internos em granilite e diversas soluções de fundação e reforço estrutural, garantindo segurança e durabilidade ao equipamento por décadas.
O resultado almejado é um terminal que honra sua arquitetura histórica e, ao mesmo tempo, oferece à população um espaço acessível, seguro e digno do nome que carrega.
Para Rommel Curzio, fundador e CEO da Construpower, a obra de Valença sintetiza a essência do trabalho da empresa.
“Cada projeto de restauro que assumimos começa com uma pergunta: qual é a história deste lugar e o que ele significa para a comunidade? Na Rodoviária Princesa da Serra, a resposta é poderosa. Estamos devolvendo aos valencianos um espaço que se confunde com o próprio nome e a identidade da cidade.”
“Restaurar não é apenas recuperar paredes e fachadas. É reconectar as pessoas à sua própria memória. Quando aplicamos engenharia de ponta a um patrimônio como este, não estamos prestando apenas um serviço técnico: estamos preservando a identidade cultural do Brasil e devolvendo ao povo espaços que contam a sua história.”
Expansão para novos mercados

O plano de crescimento da Construpower para os próximos anos está estruturado em três frentes principais.
A primeira é ampliar de forma significativa sua participação no mercado de recuperação e reforço estrutural, especialmente em São Paulo, onde há um amplo estoque de edificações que demandam tratamento de patologias, recuperação de estruturas, adequações técnicas e atualização de desempenho.
A segunda frente está na requalificação e modernização de edificações, segmento que dialoga diretamente com a experiência acumulada pela empresa. São projetos que envolvem a atualização de sistemas, adequações de acessibilidade, recuperação estrutural, eficiência, modernização das instalações e adaptação dos imóveis às atuais necessidades técnicas e operacionais, preservando sempre que possível o valor das estruturas existentes.
A terceira frente é seguir ampliando a participação da Construpower em algumas das mais relevantes obras de restauro do patrimônio histórico brasileiro.
“Recuperação estrutural, requalificação e modernização são extensões naturais do que já fazemos. Quem sabe intervir em uma fortaleza do século XVIII com segurança e rigor técnico tem plena condição de tratar as patologias e os desafios de modernização de um edifício corporativo construído décadas atrás. A diferença está no contexto da intervenção, mas a exigência por diagnóstico, método e engenharia permanece. São Paulo é um mercado onde essa competência tem muito a entregar e para onde estamos direcionando parte relevante dos nossos investimentos em equipe e tecnologia.”
Um propósito que orienta as decisões

Para a Construpower, o crescimento vai além da expansão dos negócios. A empresa entende que a engenharia também desempenha um papel fundamental na preservação de estruturas, na renovação das cidades e na continuidade da memória cultural brasileira.
Em cada intervenção, decisões técnicas podem contribuir para prolongar a vida útil de uma edificação, recuperar seu desempenho, adaptar espaços a novas necessidades e preservar elementos que fazem parte da identidade de uma cidade ou de uma comunidade.
“Preservar a memória cultural do Brasil é conectar o presente ao futuro. Uma fachada recuperada, uma estrutura reforçada, um museu reaberto: são decisões técnicas com consequência social. Nosso compromisso é garantir que as próximas gerações tenham acesso vivo à história que moldou este país, em espaços seguros, funcionais e íntegros.”
ROMMEL CURZIO
Presidente da Construpower Engenharia Ltda.